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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Quarta Poética: Sempre sonho que uma coisa gera....

" Eu sempre sonho que uma coisa gera, nunca nada está morto. O que não parece vivo, aduba.O que parece estático, espera."

Do livro Bagagem, fragmento do poema Leitura, da Adélia Prado.


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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Quarta Poética: Travalíngua pro Saviola!

Tava devendo este travalíngua. E como hoje o dia está feio, cinzinha e sem graça, pedindo um chocolante quente pra ver se anima, achei que estava propício para um travalíngua com a cara do meu sobrinho, a coisa mais fofa e doce do mundo! E para ele e pra todo mundo! Prepare a língua, respire fundo, deixe o estômago ajudar (o humor vem de lá, suspeito..). Agora tente também, hein?

Tinha tanta tia tantã.
Tinha tanta anta antiga.
Tinha tanta anta que era tia.
Tinha tanta tia que era anta.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Quarta Poética IV: feinho...

Peço desculpas por ter "saltado" uma quarta. Foi por conta da TV. Mas estou de volta, com um poema lindo da Adélia Prado, Amor feinho...O texto é lindo...e as imagens, feinhas...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

terça-feira, 8 de julho de 2008

Quarta Poética III

Este fragmento foi recolhido em minhas memórias pueris. Devo tê-lo decorado por volta dos oito anos. Decorado, mantido junto do coração. E o pior...continuo querendo ter os dez cruzeiros para ir a uma loja de animais...Não sei mais o autor, mas está na coleção Mundo das Crianças.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Quarta Poética II: Namorada, de Manoel de Barros



Lá vamos nós! Nossa segunda Quarta Poética, com um poema do poeta Manoel de Barros, que eu amo.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Quarta Poética!



Toda quarta-feira o Viveiro de Idéias vai ter um poema para ser ouvido. Será nossa Quarta Poética! A idéia e o desejo surgiram da visita feita ao Museu da Língua Portuguesa, na estação da Luz, em São Paulo. Há uma sala (uma praça) escura como no cinema, na qual poemas e outros escritos saborosíssimos são "declamados" enquanto imagens e o próprio texto são projetados no teto da sala. Vozes conhecidas e desconhecidas (devidamente identificadas) falam com cada presente, o escuro dá a sensação de proximidade e intimidade, estão falando diretamente comigo e pra mim. Mal meu cérebro começa a brincar com as palavras e inventar sentidos, imagens são oferecidas e embaralham as idéias recém nascidas. Eu amei (será que para alguns isso causa desconforto?): como um malabarista que paulatinamente tem um objeto acrescentado a sua ciranda de objetos suspensa no ar! Quando quem ouve acha que deu conta do sentido, um elemento novo aparece para desarranjar e nos desafiar a outro arranjo! Signos, signficados e sentidos em interlocução com os cérebros e corações dos visitantes! Há primeiro plano, quem é mais importante o som ou a imagem? A imagem "ilustra" o que o som profere ou dialoga com ele? Fiquei com saudade de fazer rádio, de falar no pé d`ouvido dos meus ouvintes! Fiquei com saudade de me ouvir, de não me gostar e depois gostar! Está iniciada nossa Quarta Poética! Para começar um tira-gosto, um trecho do livro da Adélia Prado, Quando eu era Pequena.