
Que delícia que eram aqueles almanaques de antigamente, textos, imagens, curiosidades! E muitas atividades do tipo "faça você mesmo". A idéia aqui é a mesma, reunir experimentos, ideias, provocações que possam ajudar a tornar as salas de aula de ciências espaços mais instigantes e produtivos!
sábado, 29 de novembro de 2008
Paleontologia e teologia

Qual o papel do professor?
Se os professores ensinassem as pessoas a apreciarem o diferente e aceitarem as mudanças como parte da vida já era tanto....
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Fruta pré-histórica?



Quem quiser saber mias, visite http://www.pastelsantaclara.blogspot.com/ ou http://www.anonadas.blogspot.com/.
domingo, 23 de novembro de 2008
Um problema de perspectiva?
Seria este um problema de perspectiva? Pobres pinguins nadando em círculo dessa maneira....
Sábado fui ao Oceanário de Lisboa. Veja o que vi em www.pastelsantaclara.blogspot.com
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Amor a primeira vista....
Disse que ia namorar Lisboa...Caí de amor! É precoce, eu sei, acho que é um caso de amor á primeira vista! Visitem www.pastelsantaclara.blogspot.com
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
Eu queria ser uma mosquinha: o papa e o físico
Eu queria mesmo ser uma mosquinha para acompanhar este encontro. Quem sabe poder "ler os pensamentos" do papa e Stephen Hawking para saber dos caminhos que seus cérebros e corações os levarão enquanto estarão juntos. Eu não os conheço (precisava esclarecer isso?!hahahah) mas fico imaginando se conseguirão cada um a sua maneira afrouxar temporariamente suas sólidas certezas para "passear" no que o outro acredita. Logo mais farei um post especial sobre ciência e fé e comentarei a enquete que está "rolando". Se você ainda não votou, participe. Que delícia de assunto, hein? E você, em que acredita? Consegue aventurar-se pelo jieto de pensar do outro?
"Galileu viu livro cujo autor é Deus", diz papa- Santa Sé promove semana para debater evolução
sexta-feira, 31 de outubro de 2008, 17:36 Online (Estadão)
CIDADE DO VATICANO - O papa Bento XVI disse nesta sexta-feira para um grupo de cientistas, incluindo o cosmólogo britânico Stephen Hawking, que não há contradição entre acreditar em Deus e na ciência. Bento 16, que se reuniu brevemente com físicos durante evento da Academia Pontifícia de Ciências, descreveu a ciência como uma busca pelo conhecimento da criação de Deus. "Não há oposição entre o entendimento pela fé e a prova da ciência empírica", disse o papa. "Galileu viu a natureza como um livro cujo o autor é Deus". No século XVII, a Igreja Católica acusou o astrônomo Galileu de heresia por insistir que a terra girava em torno do sol. E não reconsiderou a acusação até 1992. Hawking é um dos convidados para a longa semana de eventos que irão explorar o tema: "Compreensões Científicas para Evolução do Universo e da Vida". Em uma entrevista à Reuters no último ano, Hawking disse que "não é religioso no senso comum". "Eu acredito que o universo é governado por leis da ciência", disse ele. "Essas podem ser decretadas por Deus, mas Deus não intervém para quebrar as leis". A Igreja Católica ensina a "evolução teísta", que reconhece a evolução como teoria científica. Adeptos da doutrina acreditam que não há razão para Deus não usar um processo evolutivo na formação das espécies humanas. O papa elogiou a tecnologia que permite Hawking discursar por um sintetizador de voz. Uma doença muscular fez com que Hawking perdesse sua voz. Stephen Hawking, autor do best-seller Uma Breve História do Tempo, irá falar sobre a origem do universo, em um evento restrito. (Reportagem de Phil Stewart)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008, 17:36 Online (Estadão)
CIDADE DO VATICANO - O papa Bento XVI disse nesta sexta-feira para um grupo de cientistas, incluindo o cosmólogo britânico Stephen Hawking, que não há contradição entre acreditar em Deus e na ciência. Bento 16, que se reuniu brevemente com físicos durante evento da Academia Pontifícia de Ciências, descreveu a ciência como uma busca pelo conhecimento da criação de Deus. "Não há oposição entre o entendimento pela fé e a prova da ciência empírica", disse o papa. "Galileu viu a natureza como um livro cujo o autor é Deus". No século XVII, a Igreja Católica acusou o astrônomo Galileu de heresia por insistir que a terra girava em torno do sol. E não reconsiderou a acusação até 1992. Hawking é um dos convidados para a longa semana de eventos que irão explorar o tema: "Compreensões Científicas para Evolução do Universo e da Vida". Em uma entrevista à Reuters no último ano, Hawking disse que "não é religioso no senso comum". "Eu acredito que o universo é governado por leis da ciência", disse ele. "Essas podem ser decretadas por Deus, mas Deus não intervém para quebrar as leis". A Igreja Católica ensina a "evolução teísta", que reconhece a evolução como teoria científica. Adeptos da doutrina acreditam que não há razão para Deus não usar um processo evolutivo na formação das espécies humanas. O papa elogiou a tecnologia que permite Hawking discursar por um sintetizador de voz. Uma doença muscular fez com que Hawking perdesse sua voz. Stephen Hawking, autor do best-seller Uma Breve História do Tempo, irá falar sobre a origem do universo, em um evento restrito. (Reportagem de Phil Stewart)
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Eu odeio os correios!
Esse post é uma reprise. Resolvi repetir a dose, porque hoje vivi mais um absurdo nos Correios. Que saudade da época que eu tinha admiração pelos carteiros....Imaginem, se você mandar um sedex e a entrega for em um prédio, o carteiro, carteiro comum não especial, não interfonará para o apartamento indicado no endereço. O carteiro só deixará o sedex se houver um porteiro, caso contrário, no lugar de chamar o morador do partamento, deixcará uma notificação: busque o sedex no correio! Essa, minha gente, é a entrega especial dos Correios do Brasil! Escrevi para a ouvidoria, vamos ver se respondem, conto aqui se o fizerem! Por hora, vamos ao Nietszche.
Certos absurdos sociais têm sido justificados pelas pessoas com a expressão “Ah...isso é normal!”. Tudo indica que o número de pessoas agindo de forma inadequada e o tempo que tal comportamento encontra-se em vigência legitima o torto. “Todo mundo faz assim. É assim que funciona. Não tem como mudar. É normal.” Dá medo a forma de acomodação em massa. Era sobre isso que Nietzsche falava em Vontade de Potência ou entendi errado? Em suas palavras:
“ O que mais me surpreende, quando passo em revista os grandes destinos da humanidade, é ter sempre diante dos olhos o contrário do que hoje vêem ou do que desejam ver Darwin e sua escola: a seleção em favor dos seres mais fortes e bem nascidos, o progresso da espécie. Mas é precisamente o contrário o que entra pelos olhos: a supressão dos casos felizes, a inutilidade dos tipos melhor nascidos, a dominação inevitável dos tipos médios e até dos que estão abaixo da mediana (...). Essa vontade potência, em que reconheço o fundo e o caráter de toda mutação, explica-nos porque a seleção não se faz precisamente em favor das exceções e dos casos felizes: os mais fortes e mais felizes são fracos, quando têm contra si o os instintos organizados do rebanho, a pusilanimidade dos fracos e o grande número (...).”
Certos absurdos sociais têm sido justificados pelas pessoas com a expressão “Ah...isso é normal!”. Tudo indica que o número de pessoas agindo de forma inadequada e o tempo que tal comportamento encontra-se em vigência legitima o torto. “Todo mundo faz assim. É assim que funciona. Não tem como mudar. É normal.” Dá medo a forma de acomodação em massa. Era sobre isso que Nietzsche falava em Vontade de Potência ou entendi errado? Em suas palavras:
“ O que mais me surpreende, quando passo em revista os grandes destinos da humanidade, é ter sempre diante dos olhos o contrário do que hoje vêem ou do que desejam ver Darwin e sua escola: a seleção em favor dos seres mais fortes e bem nascidos, o progresso da espécie. Mas é precisamente o contrário o que entra pelos olhos: a supressão dos casos felizes, a inutilidade dos tipos melhor nascidos, a dominação inevitável dos tipos médios e até dos que estão abaixo da mediana (...). Essa vontade potência, em que reconheço o fundo e o caráter de toda mutação, explica-nos porque a seleção não se faz precisamente em favor das exceções e dos casos felizes: os mais fortes e mais felizes são fracos, quando têm contra si o os instintos organizados do rebanho, a pusilanimidade dos fracos e o grande número (...).”
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